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ACCIONA exporta inteligência em construção de portos com foco em inovação e sustentabilidade.

12/03/2019
  • Com projetos de peso, inovação e a formação de uma equipe de especialistas na execução de obras marítimas, a companhia reforça a sua expertise no setor e passa a replicar o modelo em projetos para o mundo  

O portfólio marítimo e portuário da ACCIONA cobre projetos emblemáticos realizados, entre outras localidades, na Espanha, Itália, México, Portugal, Marrocos e Brasil, onde atuou e atua em obras no Porto do Açu, localizado em São João da Barra, região da Bacia de Campos, no Estado do Rio de Janeiro.

Posicionada como melhor solução global de construtora para portos, a companhia decidiu investir, ainda mais, no seu diferencial humano. Com esse foco, a ACCIONA, no Brasil, consolidou uma equipe multidisciplinar de especialistas em portos, para a execução de obras offshore. Com equipamentos próprios, investimento em mão de obra e inovação, esse time será referência para o Grupo em todo o mundo dentro do segmento portuário. O objetivo, além de exportar a inteligência adquirida, é agregar conhecimentos aprofundados e valor para a companhia com base na experiência dos projetos realizados no país.

Já reconhecida pela sua capacidade tecnológica, com equipamentos como o Kugira (maior dique flutuante do mundo, com capacidade de construção de grandes caixões de concreto, com o menor impacto ambiental) a companhia complementou o seu portfólio e adquiriu, recentemente equipamentos para grandes obras cujas soluções de projeto contemplem fundações em estacas de qualquer natureza. Dessa forma, a ACCIONA reúne possibilidades complementares ao modelo que for necessário para a fundação, principalmente levando em consideração que muitos projetos de portos no Brasil estão previstos em locais especiais como foz de rios.

“O Brasil é um país com muitas oportunidades no setor de infraestrutura e estamos apoiados em profissionais altamente qualificados e tecnologias para entregar o melhor resultado aos nossos clientes. Executamos importantes projetos na área portuária, que nos deram expertise para consolidarmos uma equipe de especialistas. Isso faz do nosso país referência global na inteligência de soluções de construções para o setor”, comenta André De Angelo, CEO da ACCIONA no Brasil.

 

ENERGIA E CARGAS

Em 2018, a ACCIONA foi contratada pela GNA – Gás Natural Açu – para construir o primeiro Terminal de Uso Privado de Gás Natural Liquefeito (GNL) no Brasil. Localizado no Porto do Açu, em São João da Barra/ RJ, o terminal faz parte do que será o maior parque termelétrico da América Latina. O projeto compreende o terminal de regaseificação e duas térmicas, que, juntas, irão gerar 3GW de energia.  

O porto acompanha a tendência de países como Noruega e Suécia, com o padrão do GNL de combustível para os navios. No Norte da Europa, por exemplo, quem não estiver nestes parâmetros, não tem permissão para navegar – medida adotada para evitar a contaminação por vazamentos e reduzir a poluição de CO2.   

Ainda no Porto do Açu, a ACCIONA está concluindo a realização de melhorias no sistema de drenagem do Píer e dos Pátios de Estocagem do Terminal Multicargas (T-MULT), que em 2018 movimentou 656 mil toneladas, recebeu 22 mil carretas e teve 22 embarcações atracadas. 

 

PIONEIRISMO E SUSTENTABILIDADE

O primeiro projeto da ACCIONA no Porto do Açu, concluído no início de 2018, foi o Terminal 2, construído para ser a porta de entrada e proteção do mar aberto, do canal interno de navegação do Porto do Açu.

Mais do que grandes escalas, o destaque da obra foi o uso do equipamento Kugiraque chegou ao Brasil pela primeira vez em 2011, exclusivamente para este projeto. Com isso, o Terminal 2 foi o primeiro no país a ser erguido com blocos pré-moldados de concreto (tipologia de caixões). No total, foram 2,8 mil metros de diques de proteção construídos com a tecnologia do Kugira, utilizando 42 blocos flutuantes.

A utilização dessa tecnologia na construção do quebra-mar permitiu uma redução de 8,5 milhões de toneladas de pedras no enrocamento. Além disso, o Kugira evitou a emissão de 100 toneladas de CO2.   

 

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